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Artigos-->Necessário, mais que necessário prefácio -- 05/01/2004 - 17:29 (Alceu Silva Santinho) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Necessário, mais que necessário prefácio





Boto exposta minha face cruel. Este prefácio faz-se extremamente necessário. Muito mais que necessário.

Não inauguro nada. Muito menos um bordel. Mas justifico o desbunde. Viva o desbunde nacional, carnaval, futebol.



*



Eu quando bebo não falo,

Eu quando falo não bebo.

Pra ficar louco mais cedo

Bebo logo é no gargalo.



*



Como diz malandro, bom malandro não berra. Fui zoeira, zoeira, bem dito no popular, zoeira, zazoeira.



*



Klaxon. Anhangá-Bauru. Paris da Broadway e do River Tamisa. Até um pardal sabe que foi Mário de Andrade quem me inventou. Cabo Alceu é um ... etc.



*



Em casa quem manja de arte é meu filho. Eu não sei nada. Não sei nem por que eu escrevo. A não ser por necessidade. Como dormir ou sonhar. Talvez como urinar. Eu urino meus versos.



*



Tenho comigo que muita teoria, em arte, não funciona. Teoria é aceitável em física, por exemplo, onde há um juiz imparcial que decide tudo. Podem os mais ilustrados e titulados cientistas defenderem teorias e atacarem outras que nada vale se a experiência não validá-las ou refutá-las. Em arte isso já não vale. Depende de gosto e da moda. Às vezes um imbecil renomado inventa que um treco é arte outro monte de imbecis tira-lhe o chapéu.



*

Massa escura



Claro escuro tudo claro

Muro tudo escuro massa escura

Claro mais que escuro furo

Quase escuro tudo escuro claro escuro?

Mais que tudo mais que escuro massa escura

Mais que claro quase mais que quase

Quase mais que escuro mais que claro escuro.

Quase tudo.



*



Entre cacos de telhas

Entre homens e bichos

De quem eu me escondo?



Entre coxas e seios

Entre vidros e cortes

Para quem eu respondo?



Entre o sagrado e o profano

Entre a seda e o engano

Não sou veia nem sangue.



*



18.agosto.1997

Os raios violetas atraíam as mariposas

E o vermelho do teu vestido atraía meu olhar.

Verlaine matava Rimbaud com dois tiros

Certeiros,

Um bem na testa, outro nas costas, traiçoeiramente,

Enquanto pústulas invadiam nosso carnaval com suas

Máscaras de mandarins

E meus neurônios estavam impregnados de substâncias

Tóxicas e alucinógenas.



*



Estou pronto para a anarcopoesia. Para o lirismo anárquico.



*



Teorema: dadas algumas regras toscas , diversas idéias tolas e qualquer imbecil rimador escreverá pseudopeomas. Jogue fora aas tolas idéias e as regras toscas e você terá troscentas poesias anárquicas. Maravilha amaralina.



*



Anhangá-Bauru. Maracangalha. Arlequinal. Sapopemba. Mas como é boa essa secretária! Vem cá, minha nega Fulô. Vrm cá, nega sapeca, vem cá comer moqueca.



*



Leia a poesia moderna de Mário de Andrade. E Oswald de Andrade.



*



Eu sou posterior ao pós-moderno. Minimalista. Sou pós-pop, pós-moderno, Transnacional. Muito melhor que a cachaça nacional. Além Boundary...



*



VIDA: DAQUI NINGUÉM SAI VIVO.





*



POETA MALDITO



*



A poesia

Não cabe

No poema



Impossível

Para ele

Contê-la



Assim como

A paixão

Não pode



Conter

O

Amor.

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