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Crônicas-->4805 - Quinze Anos -- 09/10/2020 - 21:12 (Jairo de A. Costa Jr.) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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4.805 – Quinze Anos

Nem a pandemia conseguiu frear a veia jornalística do Miguel e do Postal, que nesse próximo dia quinze de outubro fazem aniversários. Um de mil novecentos e quarenta e oito e outro de dois mil e cinco, mas ambos não existem, um sem o outro. O Miguel criou o Postal e este o recriou, fazendo com que o Miguel deixasse sua aposentadoria de lado, pois não deve ser fácil montar um jornal, isento e que provoque anseios em seus leitores.

O Postal e o Miguel têm conseguido isso e prova eu tive sábado passado, quando precisando consertar o pneu do carro da minha irmã Geisi eu encontrei o Ti Borracheiro, que me reconheceu por ser um leitor do Postal e das minhas crônicas. Reconheceu-me pela foto que me distingue ao lado da minha crônica.

Aproveitando para agradecer ao Ti Borracheiro o excelente trabalho realizado, a boa conversa e quando precisar podem procura-lo, ele é muito bom no ramo e nas leituras, pois tem alguns livros em sua biblioteca particular. As crônicas são mérito meu, porém quando o Ti Borracheiro as lê é por mérito do Miguel e do Postal.

Daí a importância desse veículo de comunicação bem são-miguelense, da gema e da terra, assim como o Miguel, que, aliás, é Terra e comprometido com as lides da cidade, aproveitando para lembrar o que o Ti me disse: - “O Miguel gosta de um vereador, não gosta, Jairo?”. Eu disse que sim, mas não direi o nome do seu preferido, porque ele abre espaço para todos, até para candidatos como o meu sobrinho Gilson Costa.

São quinze anos de jornalismo no Postal, dos quais participo há dez com as minhas crônicas, as quais o Ti tem lido, inclusive tem uma preferida, aquela que conto do meu irmão Mike, o meu irmão especial, portador da Síndrome de Down. Grande leitora do jornal e das minhas crônicas não posso deixar de citar a Dona Cida, uma das ansiosas para receber o jornal, assinante de primeira hora e que morre de medo da Vera não passar cobrar: - “Ai meu Senhor Bom Jesus, a Vera não vem cobrar, depois ela deixa de me entregar o jornal...”.

Ah, Dona Cida, como todos sabem, não deixa de ser a minha mãe, desde os anos cinquenta, quando eu apareci nesse mundão de Deus, assim como o Miguel apareceu um pouco antes e o Postal um poucão depois.

No entanto, esta crônica é para falar do Postal, dos seus quinze anos; do Miguel, dos seus setenta e dois. Falar de um jornal comprometido com o bem, com o bom, com o ótimo, com a verdade, com a democracia, pois só ver seu último número, onde toda a vertente está representada. Até tinha notado um novo viés político no jornal, cuja confirmação se deu na página sete, onde o colunista A.Am discorre sobre isso em nome da redação.

No entanto dois, em outras páginas do último número o Miguel abre todos os espaços aos outros assuntos e a todos os vieses políticos; vejam na capa as fotos dos quatro candidatos a prefeito. Abre espaço até pra mim, que também tenho um candidato a vereador e de direita.

Quinze anos – Bodas de Cristal! O cristal é um elemento precioso, que demora tempo para se constituir. Esse casamento do Miguel com o Postal é como o cristal, demandou permanência e persistência para ser alcançado. Pelo lado dos números, temos 180 meses juntos, 5.475 dias, ou 131.400 horas, o mesmo que 7.884.000 de minutos de completa interseção dos dois nessa relação jornalística. O cristal é um símbolo de limpeza e pureza, representa as ideias claras e transparentes.

Manchete do jornal passado: “Até aqui o Arcanjo nos guardou” e “Doravante mais fiel seremos”. Numa cidade santuário como a nossa pedir ao nosso protetor nunca é demais e eu sempre peço por mim e pelos meus. Agora peço pelo Miguel e pelo seu jornal Postal, que o nosso Arcanjo os proteja sempre, para que a luta seja sempre renhida, porém boa e de sempre vontade de vencer.

Nesta sexta, de nove de dez de vinte, continuo pedindo pelo Miguel e pelo Postal, que o Arcanjo São Miguel os proteja e dê forças para a continuidade. Abraços e Parabéns!

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