Usina de Letras
Usina de Letras
22 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 62475 )
Cartas ( 21336)
Contos (13274)
Cordel (10453)
Crônicas (22547)
Discursos (3241)
Ensaios - (10470)
Erótico (13578)
Frases (50863)
Humor (20083)
Infantil (5499)
Infanto Juvenil (4821)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1377)
Poesias (140908)
Redação (3323)
Roteiro de Filme ou Novela (1064)
Teses / Monologos (2437)
Textos Jurídicos (1962)
Textos Religiosos/Sermões (6250)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Humor-->O Ogro de Nove Dedos -- 25/05/2023 - 16:32 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

 

 

https://revistaoeste.com/politica/eleicoes-2022/charge-da-semana/

 

O ogro de nove dedos

 

Félix Maier

 

O Ogro de Nove Dedos, que figura nefasta!

Com nariz de carcarácute; e boca de esgoto que assusta,

Orelhas de duende, olhos de dragão flamejante,

Com faces de seixos ardentes, um ser repugnante.

 

Com voz cavernosa, catarrenta, som insosso

como um embriagado do Bar do Cuspe Grosso.

Pernas como faca de degolar frangos, afiado,

Pés rácute;pidos de Boitatácute;, mais que o diabo.

 

Cabelos ralos como grama na seca, um Quasímodo

De fisionomia medonha, que assusta crianças no sono.

Boneco preferido de Judas na Sexta-Feira Santa,

Mentiras descaradas, sua virtude, a mais insana.

 

Com falta do mindinho e falta de carácute;ter,

Como Macunaíma, um sácute;dico, um maldito ser.

Destruiu o Brasil, vem com “União e Reconstrução”.

Prometeu paz, mas só clama por vingança, o bufão.

 

Ente estravagante, querido do Supremo na corte,

Ameaça foder senador, soltando pelas ventas enxofre.

Ogro de Nove Dedos, ser detestácute;vel,

Que causa repúdio e temor por ser intocácute;vel.

 

Um ser tenebroso, como Belzebu em pessoa,

Rato que pariu uma montanha, farsa impiedosa.

O Ogro de Nove Dedos, uma figura infame,

Que causa repulsa, desprezo e ódio brame.

 

Mas a fé continua, contra suas artimanhas corruptas,

O povo não se curva perante suas ameaças abjetas.

E o Brasil se libertarácute; dessa sombra, a dissipar,

Pois seu reinado destrutivo um dia hácute; de findar.

 

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui