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Poesias-->POR QUÊ?... -- 14/02/2002 - 00:09 (José Leocádio Ribeiro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O sol brilha vidrento,

faz crescer o alimento.

Os homens, felizes cantam

a fartura que plantam.



As mulheres cozem na cabana,

os filhos correm na savana.

A união hílare e pulsante

faz a vida deleitante.



Fincados no torrão querido,

um povo forte e divertido,

não imagina o destino

do despertar matutino.



Navios apoitados no costão

prenunciam sangrenta invasão

por biltre corja de insanos

a insontes seres humanos.



Atos de selvageria,

extirpam do povo a alegria.

Arrancam filhos dos pais,

separam jovens casais.



Eliminam debilitados,

agrilhoam avantajados,

atirados em fétido porão,

Clamam por explicação.



Os navios singram oceanos,

levam irmãos africanos,

deixam uma dor terebrante

e imutável história aviltante.



Essa nódoa tirana

seguirá a raça humana

como exemplo de maldade

por toda a eternidade.



Não se apaga a vergonha.

A desculpa é tardonha.

O que sobra como apoio,

é o trigo separado do joio.



Esse trigo de boa semente

trava luta perenemente

pela reconciliação universal

num erterno amor fraternal.



24/08/99

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