Usina de Letras
Usina de Letras
54 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 60367 )

Cartas ( 21289)

Contos (13387)

Cordel (10358)

Cronicas (22277)

Discursos (3194)

Ensaios - (9716)

Erótico (13520)

Frases (48255)

Humor (19555)

Infantil (4830)

Infanto Juvenil (4180)

Letras de Música (5497)

Peça de Teatro (1345)

Poesias (139367)

Redação (3119)

Roteiro de Filme ou Novela (1062)

Teses / Monologos (2438)

Textos Jurídicos (1949)

Textos Religiosos/Sermões (5812)

LEGENDAS

( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )

( ! )- Texto com Comentários

 

Nota Legal

Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Cordel-->CORDEL DE APRESENTAÇÃO -- 23/09/2002 - 02:27 (Amaso Nib Nedal) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Amo a vida e o seres viventes
Talvez na ausência da cores
ou na falta dos presentes
e na angústia das dores...

Sou o amor e o ódio dançando
Nasci do ócio e do vício
sou a falta de compromisso
Sou o não nascido dente siso?

Na Cidade dos Sonhos surgi
de tanto ser esquecido apareci
Nas montanhas sagradas habito
Visto lobo sendo cordeiro
Sou um rico sem dinheiro?!

Na luta do dia-a-dia
Marco mais um na folhinha
Hoje, inexisto existindo um outro
Sou o Outubro do Agosto
Sou o amargo do desgosto
Sou o cio da pomba
Sou o fio sem meada
Perdido nessa triste estrada...

Sou a dúvida da negação
Sou um mártir vivo da Nação
Trabalho fincado no Regime
sou Único pesquisando o ócio
e a labuta em trânsito...

Sou a Pena que finge ser ganso
Sou o contrário do Terror
Sou amor?
Não simplesmente Amaso Nib Nedal
invertido na Guerra contra os poderosos
Sou a vida da morte
Sou o mote no norte
Sou a falta de sorte com sorte
Sou Consorte quando fêmea...

Nasci da mentira e dela morrerei...
Existo. Logo penso existir...
Me vejo no espelho
guardo o meu segredo
espalhando os dos outros.
Sou o fantasma de mim mesmo
e o abismo de minh alma morta...

Sou a reencarnação da loucura
Sou a própria fissura
Sou o vácuo, o interstício
E quem sabe o vazio cheio...
Sou do bolo o recheio
Sou Lula lá e K faço versos...

Tenho todas as idades
mesmo despido de vaidades
Sou o metido a besta
que engana a si próprio
no colóquio caído do nada.
Sim sou Homem e Espada
atrás da Bainha desejada

Sou o anverso do verso
Sigo a vida impresso
O nada real apesar do virtual
Sinceramente, não sei quem sou.
Mas, minha imagem me revela...
Sou uma pintura de aquarela.

Comentarios
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui