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Poesias-->PLAZA DE MAYO II -- 16/03/2002 - 16:29 (Althair Cachone) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Desconheço a sua agonia

e o derramar do seu sangue,

tua luta eterna.





Tampouco a carne de tuas entranhas

sei apenas, do grito dos nomes,

amputados, perdidos, esquecidos, mortos





fantasmas invadem a tua memória,

mães inconsoláveis, gritam por justiça,

teu alfabeto traz dores e melancolia.





Mães de Mayo, cálidas lágrimas, o teu

debento foi calado, tua infância de peito

longe, foi embora, esperanças de

futuro esvairam-se.





Plaza de Mayo, a tua epigrafe

permanecerá na urbis desenhada no

coração do teu povo







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