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Poesias-->Palheiro -- 07/05/2002 - 18:18 (Athos Ronaldo Miralha da Cunha) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Na brasa, acendo o meu pito,

E vou remoendo o meu infinito.



O braseiro conclama o momento,

Em que um naco de vento,

Embala a chama.



A lenha que recusa a brasa,

Traz o encanto da fumaça,

Bailarina que acalenta a alma,

Lenta, calma e cheia de graça.



A noite se instala lá fora,

A lua esguia, espia na janela

O palheiro...dá um tempo às horas

Uma chama reclama,

Acende e me espera.

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