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Contos-->Um pacto com o demônio -- 04/04/2002 - 00:12 (Natália bombardi Lucas) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Daria tudo que tenho para ter ao menos mais um minuto ao lado de Tiegue. Se pudesse mais uma vez tocar sua pele nua, daria todos os meus impagáveis pertences. Meu amado Tiegue, foi-se tão novo e me deixou sozinha e amargurada neste impiedoso mundo. Para apenas mais uma vez presenciar seu sorriso terno, venderia minha alma ao diabo!
Eis que das profundezas do Inferno, para a surpresa de Molina, surge um ser de aparência transfigurada a afirmar eloqüentemente: -Eu aceito!
Molina, que desde a morte de Tiegue havia adqüirido extrema frieza, nem exaltasse ao ver tal abominável figura.
Desconfiada da identidade de tal ser, sente aproximar-se a oprtunidade de rever seu mui amado Tiegue. Para certificar-se de que realmente se tratava do Deus chifrudo, Molina diz: -então, com o poder que lhe é conferido, traga-me Tiegue de volta!
Aquela figua, a qual não se sabia onde começava a boca e terminava os membros, de repente dirige a palavra à Molina: -Acalme-se, ser inferior! Como poderei saber se realmente cumprirás tua promessa? Primeiro, assines este termo de compromisso, conferindo a mim tua alma.
Molina, que sempre fora pensativa demais, desta vez, assina com rapidez os papéis, na expectativa de poder tocar novamente os lábios de Tiegue. Ansiosa, diz: -Não te demore Satanás, e me devolva meu marido!
Então, para a decepção e frustração de Molina, surge em sua frente um jegue.
A mulher, apreensiva e sem nada entender, questiona a atitude do diabo: -Estás a me importunar? Vendi a ti minha alma, agora cumpra com tua promessa, e me traga Tiegue de volta.
O diabo, calmo e satiramente, diz: -O único Tiegue que conheço é esse jegue, por isso se dê por satisfeita e aproveite de sua companhia, pois tens apenas mais trinta segundos.
Molina, deprimida, mas já acostumada em não obter aquilo que realmente almejava, abraçou-se no jegue durante o tempo que lhe restava.
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