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Poesias-->A escrita das Deusas de Avalon -- 22/08/2002 - 20:25 (Vitor Tadeu) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Por detrás dos muros do subconsciente

Onde as folhas secas germinam apenas mentiras

Esconde uma criança pobre e feia

Palpita no seio materno

Lágrimas de sangue

E na subida do pescoço, o conselho dos faraós

Morde um pescoço da noite

Até não escutar mais a música

Todos juntos em um cálice negro

Choram... choram... e choram....







...







O corpo branco nu e palpitado pelo vento gélido indicava a sua pureza. Olhos a sugar sua vida, mas não poderia deixar as paradas. Hoje não. Melissa era nova demais e se sentia preparada. Os sons do seu pensamento promissores tocavam com balanço do badalo do relógio na parede. Vamos começar, eternizar e acabar, com ou sem banho...

Toda vez que o farol de um carro atravessa a janela, o brilho do revolver que adormecia em cima da mesa, irradiava.

Pobre sonhador que poderia com ela brincar, a sentinela dos desejos de qualquer jovem. Ela que já esteve presente em varias letras de músicas, estava ali, pronta para ser possuída. Pronta para deixar o mar a levar.

Devagar os corpos foram se encostando, com medo, com cuidado, com segredos. Nos olhares jogos de adivinhações, uma batalha naval atrelava naquele instante, sem errar uma jogada.

Nada mataria a sede, nada seria para sempre. Elisa foi quem tomou a iniciativa com um toque, que talvez não deveria acontecer. Talvez não deveria nascer esse desejo. Mas algo mais forte a dominava...

Abraços, abraços e toques. As línguas começaram a duelar numa guerra irregular, deslizando pelo corpo oponente, tentando surpreender. Queria ser uma lua para gravar seus corpos a lutarem no desejo.









...











Em um fechar e abrir dos olhos

O suor já fazia parte da festa

O que pode ser correto dentro das leis da noite?

Das mãos, qual a mais feminina?

Quem poderia ter o perfume das rosas?

Qual mulher bebeu o leite da mulher?

Sonhos,

Vendo esses dentes encravados

Cabelos embaraçados

Qualquer doutrina sumindo entre pernas e gemidos

Vejo deuses

A verem deusas

Beijar na boca

Em pleno Meio-Dia do dia das amarguras

Em pleno Meio-Dia, mulheres são mulheres...

E se tocam suavemente.









Vitor Tadeu 17/06/2002

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