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Poesias-->Clarão dos Lobos -- 24/10/2002 - 19:51 (Eduardo Lobos) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Clarão no céu,

Numa noite crua que cheira a podre.

Derrete o mel,

Minha noite nua vem detrás do monte.

Meu mausoléu,

Teto alumiado paira cá longe:

Explode o céu.



Percebo a intransparência

Da tua loucura.

Sinto a insanidade

Da tua brancura.

Branda e louca – vá!,

Branca moça vã!



Moça vida, vida jovem

Tempestades idas chovem

Pois sabem que tantos outros

Idos voltam, voltam-me os ídolos.



E bolos de símbolos,

E símbolos tolos,

Tolos são os símbolos,

E Famintos todos:

Meus símbolos lobos.







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