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Poesias-->MEDO VERTIGEM -- 31/12/2002 - 01:09 (Alexandre Marcos Seolim Rodrigues) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A ira viaja pelo tempo,

Escorre pelas paredes,

Vaza pelas frestas,

Faz vítimas por tudo.



O mal tomas as mãos do fraco

E as conduz pelo corpo doce

Das loucuras infames.



Sombras escondem-se em mim,

Não sei como expulsá-las,

Mas tento.



Minha luz se apaga

No trevo do meu medo,

Que não leva a lugar nenhum.



Minha voz se cansa

De gritar no vácuo da minha mente,

Que não entende coisa alguma.



Meus olhos se queimam

Em meu próprio olhar, obscuro,

Que não vê verdade.



A estrada nunca vem aos pés,

Não se alcança o cume

Só por erguer as mãos.

Não se vê, só por olhar.



O invisível estronda,

O silencioso clareia.

Desejos de fome muda,

Cadeados na alma.



Língua amarrada,

No trapo seco da covardia.



Pés inconscientes

Buscam água que apague

Fogo de solidão.



Sei,

Desfraldo a bandeira

Do meu ser.

Vivo eu,

Então, vivo!
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