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Poesias-->Rebento -- 06/03/2003 - 00:11 (jarbas joão da silva) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A espera consome o tempo.

E o tempo forma a esperança.

É o tempo e a hora.

Redondo, o ventre espera.

Pulsa dentro.

E fora, o coração.

O tempo espera a hora da forma feita no ventre.

E fora, o riso.

A dor.

Há dor e medo.

Amor.

Há e muito.

Angustia esperar.

A noite tarda o dia.

Há medo.

O amor dissipa o medo da dor que a espera angustia.

Contrai a espera o tempo e a dor é o riso porque é a hora.

O tempo contrai, contrai, contrai...

“Respira, respira, respira...”

a dor é medo.

Alegria.

Dor.

A lágrima rola e nela a angústia e nela a dor e nela o medo.

E a espera é agora alegria.

O tempo é verbo.

E ainda é de espera, mas a vida não espera.

O siso surge sujo de sangue!

O amor é vida!

Semente!

Ainda há espera na sala.

Na de parto, o choro da esperança e há esperança no riso!

Não há mais tempo, nem dor, nem medo!

No seio o sal da terra!

Do ventre a vida aflora, de fato o feto se fez filho!

E agora?...



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