Usina de Letras
Usina de Letras
24 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 62477 )
Cartas ( 21336)
Contos (13274)
Cordel (10453)
Crônicas (22547)
Discursos (3241)
Ensaios - (10470)
Erótico (13578)
Frases (50864)
Humor (20083)
Infantil (5499)
Infanto Juvenil (4821)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1377)
Poesias (140908)
Redação (3323)
Roteiro de Filme ou Novela (1064)
Teses / Monologos (2437)
Textos Jurídicos (1962)
Textos Religiosos/Sermões (6251)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Nove -- 15/07/2003 - 10:15 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Clic’ali>> Como jogar o tênis melhor que o Guga























Mesmo lá, no paraíso,

sua mente não sossega,

adora o seu dessiso,

sem problemas fica cega.



Não se trata de saná-los,

dar-lhes as soluções certas,

mas de perceber, e negá-los,

na vida redescoberta.



São situações apenas

com que lidamos agora,

ou deixamos como cenas

que acontecem na hora,



como parte do momento

em que estamos presentes,

até que, por movimento,

possam ser nossas clientes,



até que negociemos

com elas, num certo prazo,

pois, como bem nós sabemos,

somem num primeiro azo.



O tempo de sobrevida

para tais situações

é como a despedida

em certas reuniões.



Foque sua atenção

no Agora e veja

que não há problemas, não,

só o presente veleja.















O Agora não responde

se há problemas ou não,

a atenção não esconde

o que há nesse clarão.



É possível existir

alguma situação

que você quer definir,

ou aceitar com razão.



Por quê você a transforma

em problema insolúvel,

como se houvesse norma

que lhe torna tão volúvel?



Viver já não é bastante

desafiador, complexo,

tal como é, um constante

vivenciar em reflexo?



Para quê nós precisamos

de problemas adotarmos?

A mente, quando descansamos,

até mesmo ao deitarmos,



adora problemas mil,

gosta de os variar,

como demência senil,

que nunca quer evitar.



O termo "problema" pinta

como "a situação"

que não precisa de tinta,

nem de rápida ação,



mas que, no inconsciente,

transformamos em parcela

do sentido do presente,

eu interior, qual vela.





É um fardo tão pesado

que o sentido da vida,

do Ser, fica mais de lado,

por coisa tão descabida.



Ou, então, da mente vêm

inúmeros objetivos

e desejos que convêm

no futuro, sucessivos,



ao invés de atendermos

ao que podemos fazer

agora, e em bons termos,

bem presentes, bem no Ser.



Quando problema criamos,

criamos o sofrimento.

É preciso, decidamos,

a partir deste momento,



nenhum problema criar,

ficar livre do sofrer.

Escolha elementar,

mas radical, a fazer.



Ninguém tal escolha faz,

a não ser quando tomado

por sofrimento tenaz,

que o deixa sufocado.

E não se leva adiante

tal decisão radical,

sem a comunhão constante

com o Agora leal.



Se de problemas isento,

sofrimento não virá.

Também, por desdobramento,

seu próximo não terá.



E dessa tão negativa

criação de empecilhos

fica livre o planeta.

Sua vida, já nos trilhos,



com seu eu interior,

irradia par" o mundo

somente paz e amor,

deste eu bem mais profundo.







Clic"ali===>>>Dez









Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui