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Letras_de_Música-->Saudade em boi II -- 01/01/2017 - 22:01 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

O vaqueiro das letras sonolentas 
Em versos lentos passeava 
Na lentidão de cada passo 
Parado, em pé, feito compasso 
Traça círculos na mente 
De repente, em versículos, 
Velozmente, a vida passa 
Passa a vida, passa o tempo 
Passa boi, passa boiada
Passa o vaqueiro na estrada
Só a saudade não passa.
 
Passa o sol, passa a lua 
Passa o caminheiro na rua 
Passa o vaqueiro na estrada 
Passa boi, passa boiada 
Passa o tempo, passa o vento 
Passa rápido, passa lento 
Passa o velho, passa o novo 
Passa o vaqueiro de novo 
Passa tocando a boiada
Passa a noite, passa o dia
Só a saudade não passa.
 
O berrante cadencia o passo 
O boi  faz a estrada
Evem a boiada do Gorutuba
Suando o ribeiro que bebeu
A pastagem vem na carne
Uma tonelada em cada boi
Tira o pé do chão, Diamante!... 
Afasta,  Pimenta-de-nico... 
Avante,  Lampião!
Vai  Corisco!...
Sai, Angico!...
 
 
Ê boi,  ê boi...
Ê boi bom cara pintada 
Ê boi, ê boi...  
Ê boi bom, pega a  estrada
Vai Samburá...
Sai, Boto-cor-de-rosa...
Avante, Ouro fino...
 Arreda, Caxangá!...
Abre a porteira,  menino!
Que a boiada vai passar.
Bôooi!
***
Adalberto Lima -  poema de Estrada sem fim...

 

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