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Poesias-->Tristan (XII) -- 29/09/2003 - 11:26 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Clic"ali===>>>Gottfried von Strassburg





























Então, a rainha veio,



sua mãe, e, chegando à porta:



"O que ocorre?", disse ela. "O que significa isto?".



Filha, o que fazes aí?





Isso é próprio de uma fina dama?



Enlouquecestes?



Brincas ou estás irada?



Por quê esta espada em tua mão?"



"Oh, Sra. Mãe, lembrai





da nossa tristeza comum.



Este é o assassino,



o que vosso irmão matou: Tristão.



Esta é uma boa oportunidade



para nossa vingança,





perfurando-o com esta espada.



Não teremos outra chance tão favorável como esta."



"Este é Tristão? Donde tiraste isto?"



"Eu o conheço bem. É Tristão.



Esta é a espada dele. Examinai-a





e comparai sua falha com isto.



E, então, julgai-o, se ele é ou não o assassino.



Eu tenho o pedaço que falta



e que se encaixa nessa maldita fenda.



Oh, então, eu comprovei,



este era o que faltava."



Imediatamente, a mãe disse: "Oh,



Isolda, o que me recordas!



Estou sonhando?



E, se este é Tristão,





como fui enganada!



Então, Isolda ergueu a espada



e avançou sobre ele.



A mãe virou-se para ela



e exclamou: "Espera, Isolda, espera!





Você não sabe da minha promessa?



"Pouco me importa. Certo é que ele deve morrer."



Tristão implorou: "Misericórdia, bela Isolda!"



Isolda respondeu: "Que vergonha, vilão,



clamas por misericórdia?





Não há clemência para contigo.



Tu tens que morrer!"





Clic"ali,oh===>>>>História da Literatura do Médio Alto Alemão









































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