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Poesias-->Tristan (XV) -- 14/10/2003 - 21:06 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Clic"ali===>>>Gottfried von Strassburg














Finalmente, com o apelo de Tristão e seu alerta de que elas são dependentes de sua ajuda contra o intendente, restabelece-se a paz. Então ele revela sua missão a Marke e fica acordado que o matrimônio acontecerá. Com grande tristeza, Isolda assenta-se com Tristão e seu séqüito, e há notória tensão entre ambos. Brangäne, criada de Isolda, recebeu da Rainha a incumbência de preparar uma fórmula, que sua filha e Marke deverão beber na noite de suas núpcias, para assegurar amor perpétuo entre eles. Esta poção Brangäne guarda no aposento deles .




Tristão, seu capitão, ordenou,



que entrasse no país

e se mantivesse em silêncio.

Entra-se em um porto,

e a maioria vai de camarote,

para dar um passeio pelo país.

Imediatamente, Tristão foi

cumprimentar e olhar

sua radiante e bela senhora.

E, quando eles se assentavam,

e conversavam sobre tudo,

sobre suas possibilidades,

ele pediu algo para beber.

Porém, não havia ninguém lá —

ao lado da rainha —

além de uns poucos jovens criados,

um dos quais disse:

"Vê, há vinho aqui,

nesta pequena botija"

Não, não era nenhum vinho,

era algo parecido com isso.

Era o sofrimento demorado,

a dor de coração interminável,

com que ambos deveriam morrer.

Porém, eles não sabiam disso.

Eles se levantaram e foram logo

onde a bebida e o copo

estavam guardados e prontos para servir.

Eles serviram ao seu capitão, Tristão,

e este serviu primeiro a Isolda.

Só depois de certo tempo, ela bebeu, relutantemente,

e, então, serviu

a Tristão, que também bebeu aquilo.

Ambos acreditavam que aquilo era vinho.

Nesse meio tempo, Brangäne chegou também,

e reconheceu a botija

e imaginou o que estava acontecendo.

Ela se assustou tanto e ficou tão estremecida,

que perdeu todas as suas forças

e ficou horrível.

Com o coração desfalecendo,

pegou a infeliz, amaldiçoada botija,

levou-a para fora e lançou-a



no tormentoso e revoltoso mar.

"Oh, que dor, pobre de mim, exclamou,"Oh

que eu renasça de novo.

Pobre de mim, estou perdendo

minha honra e minha fidelidade!

Deus possa me perdoar,

por ter empreendido esta viagem,

sem ser impedida pela morte,

a esta viagem mortal

acompanhando Isolda!



Oh, que sofrimento, Tristão e Isolda,

esta bebida é um veneno mortal para ambos."



Clic"ali,oh===>>>>História da Literatura do Médio Alto Alemão







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