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Poesias-->Tristan (XVIII) -- 08/11/2003 - 11:21 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Clic"ali===>>>Gottfried von Strassburg















Persiste a emoção de alegria misturada com tristeza. Numa tentativa de manter em segredo seu amor, Tristão e Isolda persuadem Brangäne a substituir Isolda na noite de núpcias, para esconder do Rei o fato de que Isolda há muito já não era uma virgem. Marke é enganado completamente. Depois, em pânico, Isolda trama a morte de Brangäne com alguns caçadores. Porém, ela se arrepende e fica aliviada quando ela descobre que os homens não realizaram a ação.

Um trovador irlandês, chamado Gandin, tinha enganado Marke, astutamente, prometendo-lhe qualquer coisa que possuísse como benefício de núpcias. Subseqüentemente, Gandin reivindica Isolda, mas Tristão salva a Rainha. Segue-se uma série de encontros organizada por Brangäne. Estas reuniões, que conduzem a suspeita crescente, são obstruídas pelos cortesãos de Marke. Finalmente, o anão Melot espalha farinha entre as camas dos dois amantes, depois que Marke anuncia que ele estará fora. Tristão pisa sobre a farinha mas ele tinha sido sangrado recentemente e deixado rastros de sangue. Ele foge da corte, e Isolda é forçada a defender sua honra, passando pela provação do ferro em brasa. Ela planeja com Tristão, disfarçado como um peregrino, para deixar o navio e cair com ela na areia.Assim ela pode jurar verdadeiramente que ela não tem em seus braços nenhum outro homem do reino, a não ser aquele peregrino.

Aparente harmonia é restabelecida. Por razões não descobertas por Gottfried, Tristão se manda para Gales, e hospeda-se no castelo do Duque Gilan. Tristão, ainda no exílio, envia para Isolda o pequeno cachorro Petitcrü — que ganhou de Gilan, por derrotar o gigante Urgan —cujo sino, amarrado em sua coleira, deveria alegrá-la com a magia da sua música. Ela joga fora o sino, recusando-se a ficar contente enquanto Tristão não for. Tristão volta à corte, mas logo surgem suspeitas novamente, e desta vez os amantes são banidos. Eles vão para uma gruta de amor, a chamada «Minnegrotte», que Tristão havia descoberto, um lugar de grande beleza mas separado da civilização por traiçoeiras montanhas . Aqui, entre si alcançam o auge do amor. A gruta simboliza a perfeição da sua mística e sensual paixão, e Gottfried descreve isto com termos alegóricos.







Não deveis vos incomodar com isso agora,



se ficardes esclarecida



quanto às bases do significado



da caverna de pedra,



sobre como ela foi idealizada.



Ela ficou, como eu já disse,



redonda, longa, alta e íngreme,



branca como neve, em todos lugares, e lisa.



A curva interior



significa a simplicidade do amor.



Simplicidade combina bem com o amor,



que não deve ter dobras.



Se há vincos no amor,



há decepção e perigo.



A largura assinala a força do amor,



pois sua força é ilimitada.



A altura representa o espírito elevado da natureza,



que se levanta acima das nuvens.



Nada é muito penoso para ele,



contanto que queira elevar-se,



lá, onde a imagem da perfeição



arqueia-se para o ápice da coroa .



Então, também, algo não pode faltar:



a perfeição sempre é



decorada com pedras preciosas



e com louvores tão adornada



que nós, que não somos tão conscientes,



cujas atitudes fundamentais declinam completamente,



e vão ao chão,



sem elevar-nos, ou desprender-nos,



olhamos para cima



e observamos a obra ,



criada lá, através da sua perfeição,



vendo somente os encômios,



que sobre nós nas nuvens pairam



e sobre nós resplandece.;



ela nos maravilha e nos deixa em êxtase.



Finalmente, desenvolvem-se asas em nós.;



com elas, o pensamento se eleva



e, voando, a perfeição exalta.



A parede ficou branca, lisa e macia.



Isso é a natureza da pureza.





Veja mais===>>>>História da Literatura do Médio Alto Alemão





















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