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Poesias-->Vassalo de micro -- 08/12/2003 - 12:14 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Veja, antes: Cardume de piranha



















Do que a mente contém,

e todo esse processo,

o "eu interior" vem,

e não tem maior acesso.



O pararmos de pensar

cremos ser muito danoso.;

difícil continuar

existir incurioso.



No processo do crescer,

construímos a imagem

do que chegamos a ser,

fruto do "eu-vassalagem".



É um eu fantasmagórico,

é uma atividade

mental, cujo peso glórico

é repetitividade,



um pensar que é constante,

falso eu interior,

uma forma abdicante

de ser seu próprio senhor.



Esse ego não atenta

nunca para o presente.;

quando não lembra, inventa

o que foi ou será à frente.



Nada é mais importante,

esse ego só inverte,

redefine o instante

com algo que lhe diverte.



Essa total inversão

do real, que é presente,

mostra que não tem função

o que se passa na mente.



Mantém vivo o passado,

com medo de não mais ser,

ou então, por outro lado,

faz futuro por prazer.



E, se vê algum presente,

vê com olhos do passado,

nunca resiliente,

um presente deformado.



Ou dele vale-se, mais,

como meio de obter,

no futuro, os finais

pensares que vai querer.



O presente é a chave

para a libertação,

é o seu criado-grave

que lhe tira d"aflição.



Mas, enquanto você for

um vassalo dessa mente,

será bem difícil pôr

o Ser junto ao presente.



O predomínio da mente

na crescente consciência

é um nível, meramente,

de uma melhor vivência.



Passar ao próximo nível

é urgente, necessário,

pois, há um risco horrível

se ficarmos no primário.



Quem pensa, cônscio não fica.

O cônscio até que pensa.;

não pensar não prejudica

a consciência imensa.



Subir um nível a mais,

além do seu pensamento,

não descer aos animais

ou ao das plantas ao vento,



é a iluminação:

o uso da mente segue

com a focalização

melhor, que você consegue.



Nossas mentes aplicando

com maior praticidade,

a voz não fica falando,

surge a serenidade.



Mente usada de fato,

pra soluções criativas,

oscila, faz um hiato,

entre pensar e paz viva,



entre a serenidade

e a velha agonia,

entre a mentalidade

e sua "mente vazia".



E essa oscilação

ocorre por um instante,

gerando melhor razão,

pensar não alucinante.



O pensamento, a sós,

não tem a força real,

desatrelado dos nós

da consciência primal.



A mente é, em essência,

ótimo computador,

máquina de sobrevivência,

e duela com ardor,



ataca e se defende

de outras mentes assim,

guarda, analisa, prende

as informações sem fim.



Mas nunca é criativa,

se não há serenidade

gerada pela ativa

força do Ser em Verdade.



O "insight", criativo

impulso para criar,

da mente surge bem vivo,

se ela se religar



ao grande núcleo vazio,

sereno, eu mais profundo,

em lugar do doentio

pensar vulgar, errabundo.



Quem nunca foi criativo,

nunca parou de pensar,

abrindo um decisivo

instante pra se-religar.



A mente e o pensar

nossos corpos não geraram,

um milagre milenar

da vida, e ignoraram



a Grande Inteligência,

uma outra dimensão

que guarda a sapiência

de toda evolução,



da qual pouco que sabemos

vem da iluminação.;

é quando compreendemos

essa tal separação.



Veja a seguir:===>>>>Trampolim



















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