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Poesias-->Brins azuis -- 07/01/2004 - 10:09 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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Sou metido a escritor,

falo coisas sem pensar,

falo coisas do amor,

mesmo sem poder falar.



Digo que vou propagar

marcas que não vão marcar,

brins azuis que vão perder

a cor ao amanhecer.



E bebo, em frente ao mar,

sem nele poder navegar.

Vejo um peixe a nadar

num copo com pedras, vulgar.



O vento bate pra lá,

a chuva bate pra cá

e a palmeira conta não dá

de a um deles contentar.



Recebe água como eu,

bebe até estontear.

O vento nunca cedeu

e eu, só, vou cair no mar.



No mar não preciso pescar,

não preciso pedir

pra você me amar.

Só preciso sentir



a profundeza do amor,

a vastidão do bem,

a ausência da dor

e a paz que, então, vem.



Veja, também:=>>>O mar escureceu





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