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Poesias-->Estância II -- 15/05/2004 - 07:53 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Veja mais==>>>Estância I



















Ouvi água sussurrar

vi peixe nadar,

vi campos e florestas,

folhagem, cana e grama,

as formas do mundo.

Vi o que rasteja e voa

e vai pela terra, e disse:

todos convivem com a hostilidade.

Os animais que ao ar livre

saltam, rastejam e voam,

todos vivem em lutas tempestuosas.;

porém, uma coisa mantêm sabiamente:

sem Direito forte e sem tribunal,

elegem reis, leis e direitos,

estabelecem senhores e escravos.

Tu, porém, oh, Alemanha, como manténs a ordem em teu império?

Que a abelha tenha agora o seu rei

e que seu vislumbre desvaneça!

Porém, reflete, reflete já!

Coroas estrangeiras arvoram-se,

reis vassalos te molestam.

Põe a coroa de imperador

sobre a cabeça de Philipp

e rejeita os outros.

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De Jörg Schaefer: Walther von der Vogelweide: Trabalhos. Darmstadt: Companhia Científica do Livro . 2., edição 1987 inalterada, pp. 222-227.







Veja mais==>>>Walther von der Vogelweide











Ich hörte Wasser rauschen,

sah Fische schwimmen,

sah Felder und Wälder,

Laub, Schilfrohr und Gras,

die Dinge der Welt.

Ich sah, was kriecht und fliegt

und auf der Erde geht, und sage:

ihnen allen ist Feindschaft nicht fremd. Die Tiere draußen, was springt

und kriecht und fliegt,

alle leben in stürmischen Kämpfen.;

in einem aber sind sie klug geblieben: sie kämen sich arm

vor ohne starkes Recht und Gericht.

Sie wählen Könige und Gesetz und Recht,

sie setzen Herren und Knechte.

Du aber, ach, Deutschland, wie steht"s um die Ordnung in deinem Reich?

Daß die Biene jetzt ihren König hat

und daß dein Glanz so vergeht!

O kehre, kehre doch um!

Fremde Kronen recken sich,

Vasallenkönige bedrängen dich.

Die Kaiserkrone setze dem Philipp aufs Haupt und weise die andern zurück.

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From Joerg Schaefer: Walther von der Vogelweide: Werke. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft. 2., unveränderte Auflage 1987, pp. 222-227.

























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