Usina de Letras
Usina de Letras
62 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 60339 )

Cartas ( 21288)

Contos (13385)

Cordel (10358)

Cronicas (22274)

Discursos (3191)

Ensaios - (9711)

Erótico (13520)

Frases (48220)

Humor (19544)

Infantil (4823)

Infanto Juvenil (4171)

Letras de Música (5497)

Peça de Teatro (1345)

Poesias (139322)

Redação (3114)

Roteiro de Filme ou Novela (1062)

Teses / Monologos (2437)

Textos Jurídicos (1949)

Textos Religiosos/Sermões (5804)

LEGENDAS

( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )

( ! )- Texto com Comentários

 

Nota Legal

Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Estricnina -- 08/09/2004 - 23:50 (ademar ribeiro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Agora já não é tempo

de colher figos e tâmaras

mas de decepar cabeças

atirá-las contra câmeras.



Mas de faca e de punhal

e de lâmina, e de foice:

é sujigar-se o poema

espetá-lo até o osso.



E no deserto do papel

aonde, sozinho, clamo

aonde o amor se esboroa

e os poetas festejam

e a poesia termina

ponho a mesa, mas não digo

nem que a porca torça a tromba

nem onde velei o texto

nem onde furei a rima

em que verso deixo bala

em que bala, estricnina.





Comentarios
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui