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Artigos-->PERGUNTANDO AO TORRE DA GUIA -- 09/10/2003 - 17:21 (Benedito Generoso da Costa) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. PERGUNTANDO AO TORRE DA GUIA



Meu caro Torre da Guia:



Sei que tem talento de sobra. Disso ninguém duvida. Também já pude notar que é uma pessoa bastante sensível e de muita sensatez. O que não consigo entender, pois participo da Usina a menos de um ano, é o porquê de tantos atritos entre sua pessoa e tantos usineiros, mas isso não é de minha conta.



O que mais almejo no momento é ver a paz reinar e ao invés de insultos, que todos nós pudéssemos trocar elogios ou críticas construtivas entre nós, sempre pautando pela sinceridade e respeito.



Para ficar mais entendido aos leitores, tomei a liberdade de transcrever uma parte de seu antepenúltimo artigo, perguntando se o posso levar a sério, ao mesmo tempo em que também estendo-lhe minha mão, com pedido de desculpas pela parte que me toca.



Segue texto de Torre da Guia:



(...)

"Harmonizêmo-nos, Usineiros, façamos ponderado esforço para sermos delicados com quem nos pareça ou esteja errado. É pela evidência demonstrativa serena do errado que tornamos a experiência da acção cada vez mais correcta. Entreguemos os diferendos resultantes dos choques inevitáveis apenas e só a quem entre si os provoca. Para quê afinal concorrer ainda mais no seu adensamento. Vejam a imagem: as duas viaturas chocam e daí a segundos junta-se uma multidão a bater-se sobre o facto ocorrido cada qual rudimentar e radicalmente à sua maneira. Às vezes a Usina parece-me um cruzamento onde em permanência chocam ideias em desastre propositadamente provocado. Francamente... Ah... Isso não é, ai não é, NÃO... De escritores que consabem que a confusão não concorre para o esclarecimento.



Ah... No que a mim concerne?... Aqui e já, eis minha mão exposta sob a palmatória de minha própria consciência e não estou nada bem comigo próprio exactamente por sem peias reconhecer que sou um dos desnecessários litigantes, mas ao reconhecê-lo, creiam, alivia-me e predispõe-me a melhorar a sustentabilidade equacionada neste busílis.



Quem é que ignora que um bom conselho tomado pela cabeça sobre e do travesseiro, no decurso do sono, asperge soluções automáticas para os esperados e inevitáveis problemas do dia seguinte. Mas que há pessoas que parecem não dormir há anos, lá isso há !..."

(...)



Diante do exposto, pergunto-lhe:

podemos levar a sério suas palavras acima? Não duvido de que estava sendo sincero quando as escreveu, mas gostaria de uma resposta, ainda que viesse com esclarecimentos, que julgasse pertinentes, deixando claro as condições para o estabelecimento da paz.



Um abraço fraterno.




BENEDITO GENEROSO DA COSTA



Leia a resposta de Torre da Guia:

Oh "Bene" e "Dito"... Respondo em ápice !











































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