Viúva e endinheirada, ela era ainda uma moça muito bonita e além de tudo uma mulher muito gostosa! É claro que não faltou amigo do falecido disposto a amparar e dar consolo pra ela. Dominada por um pranto sentido e com as faces lavadas de lágrimas, Doralice lamentava a morte de seu, como ela não parava de afirmar, insubstituível e adorado marido.
- Ele era tão bom. Por que foi acontecer isso com ele? Eu o amava tanto, o que vai ser de mim agora meu Deus?!
Os amigos – o falecido os tinha muitos e todos estavam presentes ao seu velório – sentiam pena dela e cada um deles procurava consolá-la, mesmo não conseguindo tirar os olhos das curvas de seu corpo maravilhoso e achando que palavras não iam adiantar naquela hora.
- Se acalma Doralice, ele não ia gostar de te ver assim desesperada.
- Todos nós sentimos a falta dele e entendemos o seu grande sofrimento, mas você precisa dominar essa dor para o seu próprio bem. Ele está bem minha querida, seja onde estiver ele está bem.
- Sim, eu sei que só pode estar bem. Ele sempre foi pra mim um bom marido, muito amigo e carinhoso. Era um bom homem e esteja onde estiver só pode ser em um lugar bom, só que isso não diminui a dor da minha perda - Doralice respondia e tornava a cair num pranto sentido e descontrolado.
Num canto da sala a Maria Fernanda, uma amiga da Doralice e do falecido que se encontrava exposto em um rico e sofisticado caixão aberto no centro da sala – na verdade dela muito mais do que amiga, mas também sua amante há já muito tempo – pensava enquanto apreciava a cena que ocorria em sua frente naquele velório:
“Puta que pariu, a Doralice consegue convencer a todos que o seu sofrimento é verdadeiro! Ela merecia ganhar um “Premio Oscar” pela atuação que está conseguindo pra enganar eles, que estão morrendo de pena dela! Nenhum deles imagina o quanto ela está feliz com a morte do filho da puta do José Carlos!”
# # #
Ele tinha sido uma sumidade no campo em que atuou e poucas pessoas sabiam que Jose Carlos era o seu nome, pois os colegas de trabalho, quase todos bem mais velhos do que ele, e aqueles que o conheciam, através da imprensa ou pessoalmente, invariavelmente o tratavam respeitosamente e até com reverência por Dr. Gomes.
Quando era ainda uma criança aprendia tudo com muita facilidade e se destacava de todas as outras da sua idade. Enquanto seus irmãos jogavam queimada no quintal, ou faziam travessuras, ele passara horas enfurnado em seu quarto a procura de algo nas páginas de um livro ou resolvendo um problema, apresentado por seu professor que se dedicava a ele com carinho e respeito porque via nele uma criança especial.
No colégio, onde começam os primeiros namoros ardentes que marcam o nosso coração, ele era visto como um C.D.F. Sempre tinha tido uma menininha interessada nele, mas somente os seus cadernos e seus professores eram donos de sua atenção. Tinha tido sede incontrolável de saber e só isso lhe interessava.
Ao formar-se ele foi o aluno que conseguiu as notas mais altas nos exames. Um de seus professores comentou, com o diretor do estabelecimento de ensino, na hora em que ele pegava o seu diploma:
- Esse rapaz vai longe, professor Antunes. Dedica-se totalmente a tudo o que faz e tenho certeza que será um grande homem. Destacou-se de todos os outros alunos, em seu aprendizado, e mostrou ser um gênio.
- Essa opinião não é só tua, meu caro. Todos os outros professores sempre respeitaram a ele e o tem em grande estima.
- Vai ser uma pessoa muito famosa na vida. Sua sede de saber é inigualável, tem tudo pra ser um vencedor.
- Não há dúvida quanto a isso, meu caro. Não há dúvida.
Essa conversa entre seus educadores mostrou ser, em pouco tempo, uma verdadeira profecia. Alguns anos depois ele tinha um nome que era conhecido mundialmente, por causa das descobertas científicas que tinha efetuado.
Era ainda bastante jovem, um homem muito bonito e já dono de uma riqueza considerável. Isso fazia com que muitas mulheres belas e muito atraentes por ele se interessassem, mas a impressão que tinham era de seu único amor era a ciência. Nunca era visto acompanhado por nenhuma delas e aquelas que o desejavam nunca tinham conseguido, mesmo se oferecendo, ter ao menos um caso com aquele grande homem.
A impressão que elas tinham era de que somente o seu cérebro comandava a sua vida não deixando espaço para outro sentimento que não fosse a sua necessidade de saber, só que não era bem assim.
# # #
O nome do secretário do Dr. Gomes era o Afonso. Eles se conheceram e ficaram muito amigos há muitos anos, no tempo em que cursavam a faculdade, e desde essa época tinham o costume jantar juntos sempre que podiam. Naquela noite quando o Jose Carlos foi à casa do amigo, para o jantar, levava consigo uma caixa embrulhada num lindo papel prateado brilhante com uma fita rosa presa nela. Assim que chegou lá deu ela para ele e lhe falou:
- Lembra daquilo que, na semana passada, você me disse que gostaria de ganhar? Fui dar um passeio e encontrei uma que era a sua cara. Espero que goste.
- Quanta gentileza Jose Carlos, eu tenho certeza que vou adorar.
O Afonso abriu o presente, que lhe foi dado pelo amigo, e olhando encantado para o que a caixa continha falou para ele:
- Mas ela é maravilhosa. Você tem um gosto extraordinário.
- Gostou mesmo? Então experimenta pra ver se eu comprei do tamanho certo.
- Vou colocar já. Estou doido para ver como ela fica em mim.
E dizendo isso o Afonso tirou a roupa e vestiu a calcinha amarela de seda rendada que tinha ganhado do patrão, que além de ser um grande amigo era também o seu amante.
# # #
Todas as quartas feiras o Dr. Gomes almoçava com a esposa e nunca havia outro compromisso marcado nessa hora, ou algo que ele dissesse considerar tão importante. Deixava o seu escritório por volta das onze horas, ia á uma floricultura ali perto onde as flores que levaria já estavam encomendadas, e se dirigia para casa onde Doralice o esperava para tomarem o vinho preferido dele e depois almoçarem. Voltava depois ao trabalho e ai não tinha hora para dele sair.
Naquele dia tinham terminado de almoçar e conversavam banalidades:
- O que você vai fazer a tarde querida?
- Compras. Já está esfriando e eu preciso de roupas de inverno. Você quer alguma coisa?
- Sim, aproveite e compre alguns pares de meias para mim que estou precisando.
Quando naquela tarde o Dr. Gomes voltou para o escritório, a Doralice foi atacada por uma forte dor de cabeça. Tomou um comprimido e resolveu descansar um pouco até passar, mas ao deitar-se acabou dormindo pesado, talvez por causa do copo de vinho a mais que tinha tomado.
# # #
No escritório o Dr. Gomes e seu assistente conversavam:
- Não tem nada importante pra gente fazer até a hora da reunião no fim da tarde. Que tal a gente dar um pulinho até lá em casa e se divertir um pouco?
- A sua casa! Você está doido, e a Doralice?
- Ela vai passar a tarde fazendo compras e com certeza só vai voltar bem tarde como sempre. Nas quartas damos folga aos empregados e mesmo que ela retorne mais cedo á gente vai estar no escritório e dá pra ela uma desculpa qualquer. Dizemos que passamos pra pegar um documento que eu esqueci ou algo assim.
- Ta, se você acha que devemos vamos até lá então.
Foram no carro do secretário e ao chegarem lá o deixaram em frente à casa, por isso não perceberam que o da Doralice estava na garagem e que ela não tinha saído. Ela acordou algum tempo depois, já sem a dor de cabeça e foi até a janela de seu quarto. Viu que o carro do secretário do marido estava em frente a casa e indagou para si mesma:
“O que será que o carro do Afonso está fazendo ai na frente há esta hora? Será que ele veio até aqui pra buscar algum documento:”
Desceu as escadas e quando estava em frente à porta fechada do escritório do marido escutou a voz dele:
- Eu te amo Afonso, mais que tudo na vida!
- Se me amasse de verdade já tinha deixado a Doralice e estaríamos vivendo juntos.
- Você sabe que tenho que manter a minha imagem e por isso preciso viver com ela como se fosse o homem mais feliz do mundo. Tenha paciência querido, eu ainda vou me livrar dela sem ter prejuízos financeiros e sem macular a minha imagem. Quando isso acontecer nós dois vamos para a Europa viver juntos, espere só mais um pouquinho querido.
A Doralice se afastou dali horrorizada, subiu de novo as escadas e voltou para o seu quarto, onde se pôs a chorar enquanto seu marido e o amante trocavam carícias felizes e faziam toda a sacanagem que só dois putos são capazes de fazer.
# # #
Naquela noite, ao chegar do trabalho o Dr. Gomes encontrou a esposa sentada em frente à lareira com os olhos pregados na borbulha que subia pelo copo de champanhe que segurava alheia a tudo. Percebeu que estava pálida e ela só percebeu a presença dele quando ele lhe perguntou:
- Você está bem Doralice? Está sentindo algo, nunca te vi assim tão pálida?!
- Oi, estou bem sim. Tive uma enxaqueca depois que você saiu e passei a tarde deitada, na verdade dormindo profundamente. Acho que bebi vinho demais enquanto almoçávamos, ela respondeu e continuou pensativa sem dizer mais nenhuma palavra.
Antes de ir para cama, com a Doralice ainda sentada no mesmo lugar entregue a seus pensamentos, o marido olhou para ela e a aconselhou:
- Acho bom você passar no médico amanhã querida, não me parece nada bem!
Pela manhã, ao sentar-se a mesa para tomar o seu café o Dr. Gomes encontrou nela sua esposa corada e sorridente. Conversaram bastante antes de ele ir despreocupado para o trabalho:
- Ontem você me deu um susto querida, pensei que estava doente!
- Eu te falei que era um mau passageiro, possivelmente por causa do excesso de vinho que tomei no almoço. Não se preocupe que eu nunca me senti melhor na vida!
- Que bom. Eu ia mandar o Afonso marcar hora no médico pra você, mas parece que não precisa.
- É claro que não querido, afinal o Afonso tem coisas bem mais importantes pra fazer por você! – a esposa respondeu cheia de uma ironia que para o Dr. Gomes passou despercebida.
- Bem, eu vou indo pro escritório que o Afonso essa hora já está me esperando. Ele é um funcionário exemplar, o melhor e o mais dedicado que eu tenho!
- Eu sei querido e acho que você deve dar mesmo muito valor á ele, ela respondeu enquanto pensava:
“Bicha velha filho da puta, eu vou te matar. Eu te odeio e vou fazer com que você e o Afonso me paguem muito caro pela dor que me fizeram sentir! Logo vou estar no comando de tudo e vou despedir aquele puto e acabar com o sonho dele de viver na Europa com você.”
Semanas depois, numa quarta feira, o Dr. Gomes teve um enfarto, logo depois de tomar um copo de seu vinho preferido com a sua esposa!
Seis meses depois do enterro...
- Você quer um copo de vinho Doralice?
- Sim, eu estou precisando mesmo beber algo.
- Toma então querida, sei que você adora esta marca.
Elas estavam nuas, em um quarto de um dos melhores e mais caros hotéis da Europa, numa tarde de sol ameno. Quando a Maria Fernanda virou o líquido vermelho escuro na taça que sua amante tinha em sua frente, ela lhe disse indignada:
- Esse era o vinho preferido do filho da puta do Jose Carlos! Pega essa porcaria e joga na pia. Você sabe que eu não quero nada que faça lembrar-me dele e do amante daquele safado! Por falar nisso você sabe algo sobre ele?
- Sim. Ele foi despedido da firma, conforme suas ordens, e não consegue emprego em nenhum lugar, por causa das más referências e das estórias que você criou sobre a desonestidade dele. Pelo que estou sabendo o filho da puta está na miséria e até passando fome.
- Eis uma notícia que me deixa feliz. Agora pra comemorar pede pro serviço de quarto o melhor vinho que eles tiverem que eu quero derramá-lo no teu corpo e depois lambê-lo todinho. Vai, anda logo que a notícia que você me deu me deixou cheia de tesão!
CARLOS CUNHA
O Poeta sem limites
O melhor da NET em literatura licenciosa está nas páginas do Poeta
Quem sabe se é por serem acanhadas, tímidas, ou tudo isso talvez até pela educação castrante recebida, que existem algumas meninas que quando fazem amor, o ato acontece cheio de nojos, preconceitos e é sempre frustrante! Morrem de medo de serem chamadas de vulgares e ficam horrorizadas com a liberdade envolta delas. Se uma delas abrir as ”Dobradinhas de Sacanagem”, irá censurar e ficar escandalizada com as fotos e os vídeos que verá, mas com certeza também irá se encher de inveja das outras meninas que encontrará lá, e se não sair correndo não agüentará e vai acabar se masturbando. São páginas desaconselháveis à elas e proibidas para os hipócritas e para aqueles que tem a mente fechada. Bem vindos e um ótimo divertimento àqueles que não se importam e que até se orgulham quando são chamados de devassos(as)!
O que viu a deixou estarrecida, e também excitada. Reconheceu Marli, a moça mais bonita da classe em que tinha caído, e Vera que era uma lourinha sardenta com jeitinho sapeca. As duas belas mulheres de seus 19 e 20 anos estavam nuas, suas camisolas jogadas no chão e elas beijavam-se na boca enquanto esfregavam as vaginas uma na outra. Em dado momento Vera começou a chupar os seios de Marli, que levantou uma perna e a apoiou sobre o vaso sanitário. Ela então abaixou e começou a lamber a vagina dela.
Nesta altura Cristina já não agüentava mais de tesão, sua calcinha estava toda molhada. Correu para um reservado desocupado e se masturbou...
Cristina, Marli e Vera transavam todos os dias, depois da noite em que formaram sua gang, uma com outra ou as três juntas. Um fato sensacional aconteceu quando descobriram Maria do Carmo, uma aluna do segundo ano, mulata um pouquinho feia e bastante gordinha. Ela era conhecida por todas como uma “beata” – eram assim chamadas, pelas moças do colégio, as meninas que não pertenciam a nenhuma gang e que não transavam com nenhuma amiga. Na verdade quem a descobriu foi a Vera.
Um dia, quando voltou do banho, contou pras amigas que o chuveiro em que ela estava tinha queimado e ela teve de ir para o do lado, que estava ocupado pela Maria do Carmo. Pediu licença para tomarem banho juntas e ela permitiu...
Era a ultima semana de aula no colégio e as alunas estavam ansiosas para saírem de férias. As orgias lésbicas delas com sua gang estavam desenfreadas e elas pareciam querer extrair todo o prazer de si mesmas e de suas parceiras para amenizar a falta que sentiriam delas enquanto estivessem em seus lares.
Naquelas noites, mal á irmã que era monitora se retirava para seu quarto, várias delas iam imediatamente para o banheiro, onde os reservados ficavam lotados, e as outras esperavam ansiosas a vinda delas para irem também trocar carícias com suas amadas.
Depois do almoço do dia anterior ao que iriam para casa a Maria do Carmo conversava com uma outra aluna que se chamava Valéria e era de uma gang que não era a dela. Estavam no jardim da escola e jogavam conversa fora alegremente quando uma das parceiras de gang da menina as interrompeu...
Ela abriu a mala, tirou dela um cordão de bolinhas, igual ao que tinha visto no vídeo no apartamento da japonesa, e chamou duas das meninas. Pediu que uma delas deitasse e arreganhasse as pernas, para que a outra enfiasse a cabeça entre elas e a chupasse e começou a introduzir as bolinhas no rabo dela. Quando estavam todas introduzidas, ela prendeu a ponta do cordão com o dente e começou retirar as bolinhas, uma a uma, bem devagar. A menina que estava de quatro começou a dar altos gemidos enquanto metia a língua com mais vontade na buceta da amiga.
Depois tirou da mala um cinto largo, com um pênis artificial preso nele, vários modelos exóticos de vibradores e um monte de tranqueiras eróticas...
Olhava encantada sua vagina se encaixar na dela transformando o monte de pelos que tinham em uma coisa só e se deliciava sentindo seus clitóris roçarem. A cada posição que assumiam o prazer se renovava e era cada vez mais intenso.
Procurou ser uma aluna aplicada e dar todo o prazer que uma mulher pode proporcionar a outra, não só receber. Durante o resto da noite a freguesa lhe ensinou isso a e permitiu que ela o retribuísse.
Quando paravam para descansar elas tomavam champanhe e depois o derramavam em suas vaginas e o bebiam como se elas fossem cálices carnudos. Aquele gosto de carne misturado ao champanhe era para elas um verdadeiro néctar.
Pela manhã foi embora para abrir a loja e dias depois soube através de sua patroa, que a amiga tinha ido para Londres viver com o marido. Recebeu dela um cartão postal maravilhoso e sua vida mudou totalmente. Aprendeu com ela as delícias pelo mesmo sexo...
Ana Cristina abriu as pernas de Maria do Carmo, que como em todo dia quente estava sempre sem calcinha, e se estendendo na grama enfiou a cabeça entre elas. Meteu com gosto a boca na buceta da amiga, que encostada na árvore passou a dar gemidos prazerosos com as lambidas da língua molhada da amiga, intercaladas com as mordidas suaves que recebia no grelo...
Não muito longe dali, sem ser vista, uma nova aluna apreciava a sacanagem que rolava entre as alunas mais velhas. Era uma loirinha pequena de cabelos curtos que, vendo o malho que as outras meninas davam, encostou-se numa árvore, ergueu a saia xadrez do uniforme e abaixando a calcinha segurou um “pinto enorme” e se masturbou com um sorriso irônico nos lábios.
“Vou adorar esta escola”, Juçara – era esse o nome da nova aluna - pensava enquanto a porra branca e grossa que ejaculava salpicava a grama em volta dela...
Clique na bandeira para ver a deliciosa musa do seu time
Estórias e aventuras das ”Meninas da noite”
São tantas que não dá para falar sobre elas todas em uma história só! Enquanto as pessoas ditas normais e que vivem seus padrões tradicionais rotineiros, opacos e sem sal dormem, essas garotas simplesmente barbarizam em suas existências e dominam a alegria do mundo. Amam com uma intensidade fantástica e levam suas vidas dessa mesma maneira intensa, as devoram como se elas fossem pratos finos e suculentos.
Cristianes, Iolandas, Marildas, Bárbaras, Magalis, Marias ou simplesmente “meninas da noite” sem nome. Todas vivem na penumbra e no anonimato, são “meninas da noite” á procura de tudo e encontrando esse tudo no fator de existirem em total liberdade.
Os homens heterossexuais saem á caça delas para comê-las, as lésbicas as tem como parceiras – pois muitas delas também o são – e os gays as respeitam e as adoram por serem verdadeiras amigas e irmãs para eles. Mesmo aqueles que as censuram e desaprovam a maneira de vida delas – os que se acham santinhos e que dormem enquanto elas vivem intensamente – tem sonhos libidinosos e fantasiam situações com elas que escondem de si próprios, além de baterem muitas punhetas pensando nelas. Leia as estórias que contam um pouco sobre a vida delas...
Algumas horas depois ela saiu pela porta do prédio de apartamentos em que morava. O sol já tinha ido embora e as pessoas voltavam para casa, cansadas do dia exaustivo que tiveram em seu trabalho. Todos que por ali passavam tiveram a sua atenção atraída pela beleza daquela mulher elegante que trajava um belíssimo vestido, de seda branca, com um decote generoso que colocava em destaque os seus seios fartos. Ele tinha uma abertura, do lado esquerdo, que permitia que fosse vista a coxa lisa e grossa que ela tinha em suas longas e belas pernas.
Atravessou a rua em direção de um lindo automóvel amarelo, que teve a sua porta aberta assim que ela se aproximou. Quando ela entrou nele, ele saiu rodando pelo asfalto levando-a para mil prazeres, emoções e alegrias.
Ela sentou-se ao lado da pessoa que estava na direção, encostou os seus lábios nos dela e deu-lhe um beijo rápido e carinhoso, e ela lhe disse:
- Oi Cris, conseguiu dormir bem. Está pronta para começar tudo de novo?...
...quando voltou encontrou as duas abraçadas se beijando e ficou sem saber o que fazer. Quando perceberam que ele tinha voltado elas se soltaram e a Iolanda foi até o aparelho de som, colocou nele uma musica bem suave e disse:
- Você parece um tanto constrangido Carlos. Nunca viu duas mulheres se beijarem?
- É que... Bem eu... Se vocês quiserem ficar sozinhas, tudo bem.
- Claro que não Carlos, se fosse isso não o tínhamos trazido conosco. Se o fizemos é porque queremos transar com você, a Iolanda disse e enquanto falava as duas tiraram as roupas e ficaram nuas na frente dele.
A Marilda deitou-se no tapete com as pernas erguidas e arreganhas e a Iolanda de quatro entrou entre elas. Ficou com a bunda enorme e convidativa voltada pra ele e falou, antes de começar chupar a amiga:
- Vem Carlos, me enraba enquanto eu chupo a buceta dela e assim todo mundo goza.
Sobre a mesa o copo de cerveja perdeu o colar de branca espuma e o cigarro queimou esquecido no cinzeiro. O moço que estava ali sentado há bastante tempo tinha o olhar perdido no nada e a alma dorida, pois a pouco perdera um grande amor.
Era sexta feira e o movimento era forte, apesar da noite mal haver começado. A porta se abria toda hora e moças e rapazes cheios de alegria entravam e saiam por ela e o bar ficava cada vez mais cheio de gente. Aquele pequeno espaço que tinha um pouco mais de uma dúzia de pequenas mesas nele era um espelho que refletia a intensidade da vida, só que aquele moço sentado lá no fundo nada via. Estava entregue á lembranças maravilhosas, mas sentia-se morto e nada do que acontecia em sua volta lhe interessava. Os focos de luzes que cortavam o ambiente e refletiam pontos coloridos em movimento nas paredes nada mais faziam do que dar clareza a saudade que ele sentia e a música romântica que tocava feria como um estilete pontudo e cheio de veneno o seu coração. As lembranças de um passado recente e muito belo insistiam em atormentar a sua alma.
Numa mesa próxima duas garotas conversavam...
…- Oi cara, seja bem vindo. A rapaziada está bem á vontade e espero que você goste da festa. Fica como se estivesse em sua casa e vê se faz amizade com eles e se divirta.
- Deixa com a gente Claudinho, logo ele estará conhecendo todo mundo e se sentindo em casa como você falou. Me deixa agora eu colocar o “bagulho” lá na mesa pro pessoal se servir.
O Claudinho voltou a dançar com o pessoal que estava no meio da sala e a Maria Rosa foi colocar a maconha sobre a mesa. Quebrou o tablete em pequenos pedaços e depois de pegar um deles e uma seda se dirigiu para um sofá em um canto da sala, para o qual sua irmã e o José Carlos tinham ido. Quando chegou lá, com o “baseado” já enrolado e aceso, os encontrou sentados nele e viu que a irmã tinha um seio de fora, que era sugado pelo rapaz. Sentou-se também ao lado dele e deixando o “baseado” cair no chão abriu o zíper de suas calças, tirou o seu pau para fora e começou a chupá-lo cheia de vontade. Logo ela tinha a boca cheia da porra que ele tinha gozado e ele não sentia mais a enorme dor de cotovelo por causa da briga com a namorada.
Quando os rapazes chegaram, para pegá-las, elas estavam deslumbrantes. Como a boate que iam era um lugar de classe, elas se produziram de acordo para irem a ela.
Trajadas com vestidos de noite elegantes, e adornadas com jóias belíssimas e bastante discretas. Elas estavam elegantes, e eram duas mulheres deliciosas.
A Cristiane tinha feito no cabelo da amiga uma trança bem fina, que cortava um dos lados da volumosa cabeleira que ela tinha, e prendido ela com uma presilha de madrepérola.
Estavam elegantes, lindas, envolventes e assim foram com os rapazes para a boate.
Ao chegarem lá se entregaram ao clima de festa que nela imperava. Começaram a tomar algum Martinez e a dançar.
Em meio daquela alegria toda Cristiane viu que sua amiga, de repente, ficou paralisada e muito branca. Olhou então para a direção que os olhos dela estavam olhando e viu um senhor sentado em uma das mesas com uma moça seminua e com os peitos de fora, sentada em seu colo.
O paletó do homem estava no encosto da cadeira, em que ele estava sentado, sua gravata estava torta, os botões da sua camisa estavam abertos e a sua mão apertava os seios da moça que pegava no seu pênis, por cima da calça, na frente de todo mundo. Cristiane perguntou nessa hora a sua amiga...
- Oi Rosinha, você está linda! Adorei sua maquiagem. Essa máscara negra, em uma das suas faces, ta o maior barato!
- Oi, até que enfim. Você disse que ia vir as dez e meia e são quase meia noite!
- É que fui atrás do seu presente e demorei pra descolar. Feliz Aniversário, a Ana Claudia falou e estendeu para a amiga um pacote pequeno e branco, embrulhado em papel plástico transparente.
- Claudinha! Tudo isso de “farinha”?
- Ora, você mesma não disse que esta era uma noite especial? Ia querer que a gente a passasse de “careta”?
- Só você mesma! – a Rosinha falou e deu nela um demorado beijo na boca.
Mais de duas horas depois, já passavam das duas da manhã, e elas ainda não tinham saído. Quanto mais cheiravam mais queriam cheirar e quando finalmente saíram pra noitada tinham os olhos esbugalhados e muito brilhantes. Estavam “completamente chapadas” e sentiam-se alucinadas...
“É agora garota”, ela pensou maravilhada! “Chegou à hora de você colocar em prática as suas fantasias. Mas pra onde nós vamos? Um lugar especial... Ela quer me levar pra um lugar especial. Vou deixar essa dúvida e meu medo de lado, é claro que eu quero ir, mas onde fica esse lugar?”
Que maravilhoso era o clima de mistério que o seu pensamento estava criando. Mais lindo ainda era o olhar apaixonado que recebia da outra, enquanto seus pensamentos não paravam de fantasiar.
“ O que será que vai acontecer?”– ela não conseguia parar de pensar. “Será que vai rolar um beijo? Dá tesão só de pensar... Ela é uma mulher... Não, ela é alguém especial e só vai rolar com ela. Esqueci que ela não é mulher, é só um novo amor e a realização de meus sonhos. Eu não gosto de mulheres, só que ela é alguém especial, muito especial...”
Depois de andarem de mãos dadas, por um tempo que lhe pareceu ser quase uma década, a outra mostrou pra ela um lugar lindo. Na beira de um laguinho ela viu, escondido entre algumas árvores, um gramado verde e macio...
“Relaxa garota! Nada de cabeça dando voltas, logo agora”, ela pensava enquanto vivia um sonho.
A outra sentou ao lado dela, quando chegaram no gramado, e ela sentiu a perna dela na sua...
- Fica fria menina que eu não vou te fazer mal não. Só quero que você seja boazinha pra mim que ai nada de ruim vai acontecer.
- Mas dona, o que a senhora quer de mim? Não judia de mim não.
- Lógico que eu não vou judiar de você. Só quero te fazer carinho e deixar você feliz. Vem me da um beijo, ela falou tentando abraçá-la.
- Pelo amor de Deus, não faz isso comig...
A suplica dela, que se esquivando do abraço começou a fazer em voz alta e desesperada, foi cortada com um tapa de mão aberta que a mulher desferiu em seu rosto enquanto dizia:
- Cala a boca sua vagabundinha. Aqui ninguém entra sem fazer o que eu quero. Ou você me obedece ou eu te machuco bastante.
A mulher, que estava sem calcinha, ergueu a saia de tecido barato que usava a pegando pelo cabelo a forçou pra que ela colocasse a cabeça entre suas pernas. Começou a esfregar o rosto dela, que chorava desesperada, em sua vagina e a dizer pra ela:
- Chupa sua vaquinha. Vamos lambe se não eu te corto todinha.
Sentindo uma dor enorme na cabeça, que tinha os cabelos quase arrancados, ela obedeceu à mulher. Com o rosto todo molhado pelas lágrimas que escorria, da dor do seu desespero, lambeu aquela buceta peluda e malcheirosa, que ficou melada com o contato de sua língua.
- Assim... Assim... Chupa menina, chupa que é gostoso, a mulher falava e aumentava a força que fazia ao puxar os cabelos dela...
A penumbra do salão era cortada, em todas as direções, por faixas de luzes coloridas, que juntas a música altíssima que rolava dava ao ambiente um clima de magia e loucura. Nele havia dezenas de jovens que viviam aquela madrugada da forma mais intensa que conheciam. As roupas que usavam eram de cores berrantes e nada convencionais, os cabelos com cortes e tinturas bizarras, o uso de brincos enormes, argolas, coleiras e todo tipo de adorno extravagante os faziam parecer bastante anormais. Tinha um ou outro com uma aparência mais discreta, mas eram bem poucos.
As meninas da noite transpiravam sexo. Elas trocavam beijos ardentes com as parceiras, como se estivessem sozinhas e não existisse a multidão que as cercavam, tinham os seios chupados pelos namorados nas mesas centrais e ninguém reparava porque tudo o que acontecia naquele ambiente era visto como normal.
Quase todos ali faziam uma “viagem individual”. Uns estavam encharcados de bebidas alcoólicas, outros tinham fumado um “baseado” e havia muitos deles que tinham cheirado uma “farinha”, ingerido um ácido ou tomado algo na “corda” pra curtir com total intensidade aquela madrugada. Ali rolava de tudo...
...começou a percorrer com suavidade seu corpo escultural, de mulher com a alma em chamas e a carne ardente e sedenta, que era refletido no espelho enorme que tomava todo o teto da sala. Via encantada ela – a sua mão - deslizar pela pele de sua barriga macia e delirava com o prazer que isso lhe causava. Circundar seu umbigo perfeito, se afastar até sua cintura fina para voltar lentamente e descer até o meio das coxas no mesmo ritmo vagaroso.
As cerdas do tapete que tocavam suas costas, as nádegas, parte das pernas longas, e em que seus calcanhares apoiavam toda vez que erguia as ancas e se contorcia delirante, beijavam seus longos cabelos castanhos que estava entre elas espalhado.
Sentia prazer. Tanto que ao fechar os olhos, fantasias e sonhos de amor e orgia desfilavam como num filme divino e eram projetados em sua alma. Sua carne refletia a fita, projetava para dentro de si cenas maravilhosas.
Enfim teve um orgasmo e o vibrador, que sua outra mão usara para penetrar na vagina e se masturbar enquanto sonhava e soltava gemidos delirantes, ficou caído ao lado da mancha cremosa que surgiu no tapete rosa, ao lado de seu bucetão coberto de pelos negros, agora embranquecidos e também melados pelo seu gozo abundante.
- É claro. Ela é gringa e deve estar passeando aqui no Rio. Já vi muitas fotos dela na internet no maior malho com vários homens e com outras mulheres lindas como ela. Você nem imagina como é maravilhoso o bucetão enorme que ela tem e como ela chupa os peitos, lambe alucinada e mete a língua com vontade na buceta de uma parceira! Deve a ter feito gozar um bocado de gente quando tiraram as fotos e com certeza ela se esbaldou de prazer. O nome dela é Jada Fire.
- Jura?! E então... Será que não dá pra rolar uma brincadeira com ela?
- Sei lá, acho que não. Ela é uma estrela pornô famosa e nem imagino como é a cabeça dela. Entrei outro dia numa página com um monte de fotos e vídeos dela e você nem imagina como essa preta “fode” menina! Ela fudendo, chupando uma rola, dando o cu e extrapolando em outras doideiras sexuais é incrível, mas quando vi um vídeo dela chupando, sendo chupada e participando de uma suruba feroz com a Dana DeArmonde, Flower Tucci, Britney Stevens, Sindee Fennings e a Lexi Love eu quase enlouqueci, não agüentei e me masturbei desesperada de tesão em frente ao computador. Ia adorar ter meu cuzinho lambido pela língua dela e sei que seria maravilhoso chupá-la, mas acho que é só um sonho impossível, afinal ela não é do nosso mundo! Vamos dar um tempo por aqui pra ver o que acontece, quem sabe o que pode rolar numa noite de sorte?
Nas páginas do Poeta lazer, cultura e diversão para todas as idades