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Contos-->DIÁRIO DO DR. MATHIAS - PARTE 12 -- 05/10/2015 - 17:11 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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ADVERTÊNCIA:
O que se publica aqui na íntegra são anotações encontradas pela polícia de Juiz de Fora quando invadiu a residência do Dr. Mathias e libertou vários jovens, mantidos prisioneiros por mais de 2 anos. São vários cadernos. Não é possível precisar exatamente quantos eram. Quatro destes foram achados, mas haviam pelo menos mais três, cujo paradeiro ainda é desconhecido. A maioria das anotações não estão datadas, o que não nos impediu de precisar quando foram escritas embora uma pequena minoria não pode ser datada. Essas anotações, que formam uma espécie de diário, seguem uma ordem cronológica. Iniciam-se com um plano para sequestrar jovens a fim usá-los como escravos sexuais. Algumas passagens são assustadoras e descrevem em detalhes raptos, torturas, violência sexual e mutilação genital, o que nos leva a crer que se trata de alguém a quem podemos chamar de monstro, apesar de aparentar ser uma pessoa completamente normal.
****************

Acordei pensando naquela jovem, nela lá em baixo com as outras. A lembrança dela me remeteu ao sonho. Não sei se foi só uma coincidência ou se realmente ela pode ser a solução para esse desejo ainda oculto sob o manto onírico, um desejo que aflorará mais cedo ou mais tarde e ao qual terei de ceder. Ela não é tão nova e tão frágil quanto as outras. Suportará tranquilamente uma gravidez. Aliás, imaginei-a grávida, com a barriga enorme e aqueles seios ainda maiores. E como no sonho, já perto de parir, está copulando comigo. Fiquei tão excitado. Preciso voltar ao Rio de Janeiro e segui-la. Quero-a para mim. Se de fato não houver riscos, ela será. Já planejarei seu rapto. Irei amanhã de manhãzinha e voltarei ao final do dia. Já está decidido. Assim, voltei a atenção para meus prisioneiros. Apenas Sandrinha mereceu alguns instantes de meus devaneios. Foi com Rafael que mais me ocupei. Aliás, ao me relembrar de sua nudez, de seu belo falo, veio-me a lembrança da minha infância, quando eu estava naquele internato e tinha de satisfazer os instintos daquele padre Diretor, que não fazia questão de esconder que eu era seu pupilo. Eles sabiam o que ele fazia comigo e com outros meninos. A maioria deles faziam o mesmo com outros garotos. Muitas vezes ele me ordenava chupá-lo até seu falo avolumar. Quando o prazer fluía, ele me dizia para engolir, que sua seiva era uma dádiva de Deus e purificaria minha alma. Desgraçado! Ainda usava o nome de Deus para justificar seus atos. Eu pelo menos não faço isso. Depois, quando fugimos para a América do Sul, acabei sentindo falta. Só mais tarde tive oportunidade de experimentar a seiva daqueles garotos. Agora que tenho aquele rapaz lá em baixo, só para me satisfazer, por que não lhe sorver a seiva? Deve fluir em abundância, como a daquele velho barrigudo. Em quantos deixou sua seiva? Muitos. Nem todos suportavam aquilo com coragem. Aquele garotinho. Coitadinho. Caia em prantos quando era levado para os aposentos dele. Nem a afirmação de que estava servindo a Deus lhe confortava. Ninguém se comovia com aquele pranto! Enfim... Assim é a vida. Uns dominam, outros são dominados. Poucos passam de dominados a dominadores. Tive sorte. Aprendi com meu pai. Aprendi a dar a volta por cima. Hoje tenho meus prisioneiros. E quando meus instintos me dominam, tenho como saciá-los. Agora, por exemplo, sinto uma vontade inexplicável de sorver o néctar daquele rapaz. E é isso que farei daqui a pouco. Antes, pensarei em cada detalhe para tornar esse momento o mais prazeroso possível.

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Acabo de voltar de lá. Passamos cerca de uma hora experimentando as mais incríveis sensações. Levei-o ao estúdio. Ele me pediu para “não fazer aquilo com ele”. Faz isso toda vez. Eu disse que hoje trocaríamos de papeis e seria minha vez de beber daquele néctar, produzido bem no fundo daquele casulo. Quando pronunciei a palavra “casulo”, levei-lhe a mão aos testículos e, apertando-os levemente, exclamei: E que néctar não deve vir daqui! Decidi deixá-lo de pé. Era assim que ficavam enquanto eu ajoelhava diante deles. Aquele padre agarrava minha cabeça, mandava-me abrir a boca e fazia dela uma vulva, um ânus ou sei lá o que mais. Ia e vinha e eu ali esperando, esperando. Nas primeiras vezes, foi horrível e eu entrei em desespero porque eu sentia ânsia de vômito quando aquele troço ia até minha garganta. Mas fui acostumando. Por que não experimentar isso mais uma vez depois de tantos anos?, perguntei-me enquanto amarrava-lhe as mãos na corrente presa ao teto. Apenas puxei-a para que os braços deles ficassem bem espichados. Para evitar que ele me chutasse ou coisa assim, prendi-lhe os pés no chão. Então ajoelhei diante dele e sorvi aquela coisinha mole e rosadinha, mas que não ficou assim por muito tempo. Não demorou a inchar, espichar e a ganhar contornos e rigidez. Então parei por algum tempo, para contemplá-lo, vendo-o retesar em solavancos. Que belo órgão! Aliás, é nessa fase da vida em que ele é mais bonito, mais viril. É o período em que a brutalidade, a imponência e a força vão deixando para trás a delicadeza, a fragilidade e a pequenez da idade puerícia. E também não há a falta de rigidez, imponência e virilidade de um homem velho, cuja fraqueza muscular o impede de ter rigidez e levantar-se totalmente. Tornei a abrir a boca e voltei a envolvê-lo com meus lábios. Agarrando-lhe os quadris, fiz com que se movessem para trás e para frente. Ele entendeu o meu propósito e passou a movê-los por si mesmo. Eu apenas aguardei, esperando ansiosamente o prêmio. Sabia que não tardaria. Embora fizesse muitos anos, ainda era capaz de reconhecer os movimentos e os gemidos que todos deixam escapar antes do néctar se desprender e fluir abundantemente. E então ele veio. Ah, que momento! Eu mesmo não resisti e acariciei meu próprio falo nesse ínterim. E por pouco nossos espasmos não ocorreram ao mesmo tempo. Talvez se ele tivesse demorado um pouco mais... Mas não teve problema. Foi até melhor. Talvez não o tivesse saboreado tão satisfeito. E ainda saboreando as últimas centelhas, levantei-me, dei a voltar e o abracei por trás. O gozo deixei-lhe no meio das nádegas, porém, sem penetrá-lo.

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JF, 21/03
Durante a ida a Juiz de Fora para fazer compras, refleti acerca de quantos prisioneiros pretendo manter lá embaixo e quais as características deles.Já pensara nisso antes, mas não tão seriamente. Não posso simplesmente raptar todo jovem que, por algum motivo, me atrai. Não, não posso fazer isso indiscriminadamente. Tem de haver um limite e um propósito. Tenho de pensar em que prazeres ele será capaz de me proporcionar. Caso contrario, perderei o interesse muito rápido. E depois? O que fazer? Libertá-lo não posso. Denunciar-me-ia. Aí seria uma caçada cinematográfica por todo o país. Em poucos dias encontrar-me-iam. Também tenho de ter em mente que quanto mais prisioneiros maior as despesas, maiores os riscos, os cuidados para que não fujam. Sem contar que seria mais trabalho para Marineide e Juarez. Essa menina que pretendo raptar dá uma ideia melhor de como preciso planejar tudo. Ela tem um propósito: engravidar. Poderia ser qualquer outra jovem na faixa dos 15 anos, mas ela tem algo que é fundamental: os seios grandes. Portanto, não preciso pensar em outra jovem de seios fartos. Enquanto aguardava a passagem do trem na Av. Rio Branco, fiz algumas anotações num pedacinho de rascunho. Agorinha, fiz algumas modificações e talvez venha a fazer outras nos próximos dias, até que está lista se torne definitiva. Por enquanto é a seguinte:
* Uma menina branquinha, de cabelos castanhos, tímida e com idade entre 11 ou 12 anos;
* Uma menina parda de nádegas grandes de uns 8 anos;
* Uma negrinha, bastante extrovertida de uns 10 anos;
* E talvez mais uma menina gordinha, de no máximo 11 anos;
* Um menino duns 10 anos, branco e bastante tímido.
* E talvez mais um menino duns 12 anos, negro.
Contando os 3 que já estão lá embaixo e a menina de seios grandes, seriam mais 6 prisioneiros, totalizando 10. É um bom número. Talvez venha, no futuro, acrescentar ou tirar alguém dessa lista. Não quero me preocupar muito com isso agora. Tendo de focar no rapto daquela jovem. Vou ao Rio amanhã colher algumas informações.

[22 de março]
Acabei de retornar do Rio de Janeiro. Mudei totalmente os planos. Ela tem uma irmã, provavelmente um ou dois anos mais velha. A irmã tem seios ainda maiores. Ainda não conheci a mãe, mas se as filhas são peitudas, a mãe também deve ser. Normalmente as filhas herdam essa característica da mãe. Não são de uma família muito pobre. Moram numa casa relativamente confortável. Foi essa descoberta que quase me levou a desisti. O desaparecimento da menina poderia chamar a atenção das autoridades e da imprensa. Contudo, estranhei o comportamento da irmã. Não parecia se preocupar com a aparência e, quando caminhei lentamente na direção delas, pude ouvi-la discutir com a que acabara de chegar da escola. Usava gíria e quando a mais nova lhe perguntou aonde ia, respondeu irritadiça que não era da conta dela. Enquanto a outra entrou em casa, segui-a. Foi se juntar a um grupo de viciados não muito longe dali. Isso explicou a aparência e o comportamento dela. É uma viciada. Aliás, descobri seu nome ali. Um dos jovens a chamou de Roberta. Pela forma como a abraçou e a beijou talvez seja o namoradinho. É um sujeitinho muito esquisito. Fiquei observando-os por cerca de meia hora. Então resolvi voltar para casa. Amanhã voltarei ao Rio para colher mais informações. Talvez venha a me aproximar de seus amigos. Refletirei sobre isso ao me deitar. Antes, vou até lá em baixo. Preciso de uns momentos com uma das meninas.

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Rafael terá de ser depilado novamente. Seus pelos já estão crescendo. Acariciei-o e senti a aspereza. As nádegas e a virilha parecem o rosto quando se fica três ou quatro dias sem se barbear. Fui com o propósito de trocar as meninas por ele, mas nessas condições acabei desistindo. Quer dizer: não totalmente. Amarrei-o na cama e bebi-lhe o néctar. Então, inebriado e com o corpo em chamas, fui à cela das meninas. Amarrei as duas de joelhos, com as mãos presas nas costas. Passei-lhes as cordas nos pescoços e fixei as extremidades nos calcanhares para que não pudessem sair dessa posição. Então deixei uma de frente para outra, bem próximas. Fiz com que as duas me chupassem o falo ao mesmo tempo, uma dum lado e a outra do outro. Vez ou outra eu o introduzia na boca de uma ou da outra. Na ora do gozo, uma recebeu o primeiro jato e a outra o último. Boas meninas. Apesar da careta, principalmente da mais nova, sorveram o néctar quando lhes ordenei. Desamarrei-as e, antes de sair, prometi-lhes uma surpresa para os próximos dias. Só não disse que se tratava.

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[24 de março]
A inda ao Rio de Janeiro valeu a pena. Obtive várias informações sobre Roberta. Não tem 16 ou 17 anos como eu pensara anteriormente. Tem só 15. O fato de se parecer mais velha é explicado pelo uso de entorpecentes. Esse tipo de droga acaba com a pessoa e a deixa mais velha. Sorte dela ter provavelmente entrado nesse caminho sem volta há pouco tempo. Quando se está por longos anos, algumas pessoas envelhecem 5 e até 10 anos. Vou lhe prestar um favor. Sendo minha prisioneira, deixará o vício. E um dia, quando for solta, não terá sido consumida pela droga. Será como se ela sofresse um internamento forçado. Assim como as outras, ficará comigo por uns 6 a 10 anos. Depois disso todas estarão velhas demais para os meus padrões. E também já terei enjoado delas como ocorre num longo relacionamento. Libertarei todas e deixarei o Brasil. Vou para outro país. Paraguai, Chile, Venezuela, Guatemala ou até mesmo para o Vietnã. Dizem que lá é um dos melhores lugares para se fazer sexo com crianças. As autoridades fazem vistas grossas e a maioria das pessoas não veem isso como um crime. Pode-se até comprar meninas e meninos. Países subdesenvolvidos têm muito disso. Aqui no Brasil também. Mas prefiro raptá-las. Aqui o sumiço de pessoas é mais comum, por causa do regime militar. O país tem um longo histórico de desparecimentos. As pessoas temem o questionamento das autoridades. Ela não estuda. Abandou a escola em meados do ano passado. Não se dá com os pais e muitas vezes passa dias fora de casa. É um típico usuário de entorpecentes. A maioria age assim. Já praticou alguns furtos para comprar drogas. Pelo menos foi o que disse um morador de rua que a conhece. Aliás, me forneceu o nome de três dos seus amigos daquele grupinho de viciados. Eu me apresentei como funcionário do governo, responsável por fazer pesquisas sobre os viciados. A maioria dos jovens com que ela compartilha a droga é do próprio bairro. Vou sequestrá-la na próxima sexta-feira ou no sábado. Não terei problemas em sair com ela do Rio. Vou planejar a abordagem. Antes, preciso comunicar Juarez e Marineide sobre a nova prisioneira.

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Não tive problemas com os dois. Ainda mais quando disse que essa era mais velha. Marineide quis saber a idade. 16 anos, respondi. Um ano a mais um a menos não vai fazer diferença. Até porque ela tem cara de ser ainda mais velha. Contei que a menina gosta de um baseado. Marineide me olhou com espanto. Pelo menos você vai ter alguém para te fazer companhia, falei, curtindo da cara dela. Não gostou muito da piada. Ela ainda é pior do que você, falei, Ela gosta dum pó, mas isso ela não vai ter, Só nos primeiros dias para se desintoxicar. Comprá-la-ei em Juiz de Fora. Não é difícil. É só ir a uma boca de fumo e mostrar o dinheiro. Trazer do Rio é muito arriscado. Passei quase duas horas com Rafael. Tornei a depilá-lo. No entanto disse-lhe que dali em diante ele mesmo fará isso a cada três dias. E se não fizer, vai levar uma bela duma surra, ameacei-o. Embora fazer isso me excita, tanto que, quando terminei não aguentava mais de tão excitado, não quero desperdiçar meu tempo depilando-o. Ainda mais que terei mais uma prisioneira com que me ocupar. Como acontece com todos, eu me ocuparei exclusivamente com ela nos primeiros dias. Quando terminei, prendi-o de joelhos, fixando os pés e uma barra de ferro por trás das pernas, para que ele não conseguisse se levantar ou se abaixar. As mãos já estavam amarradas. Quando me viu dar a volta por trás acariciando o falo teso, implorou-me: Por favor, não enfia em mim, vai doer. Irritado com aquelas mesmas palavras toda vez, bradei-lhe: Aprende uma coisa de uma vez por todas!, Você está aqui pra eu te foder, Portanto, pare de choramingar e aceita isso de uma vez. Então, agarre-lhe fortemente os quadris e meu falo penetrou-o como se fosse um punhal. Ele soltou um grito pungente, como se realmente tivesse levado uma punhalada. Não me comovi. Se não tivesse me irritado, eu teria sido bem mais condescendente. Mas ele aprenderá.

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[28 de março]
Embora tenha ido ao Rio com o propósito de raptá-la, acabei mudando de ideia. Estava tudo certo. Planejei durante a noite. Usarei um dos amigos como desculpa para fazer com que ela entre no carro e me acompanhe. Vou lhe oferecer dinheiro e depois cocaína. É a droga preferida dela. Comprei o pó ali nas redondezas. Uma lanchonete a três quadras dali é um ponto de venda. A lanchonete é só uma fachada para despistar a polícia. Muitos pontos de venda são assim. Por isso é tão difícil combater o tráfico. Comprei dois papelotes. E depois misturei o Propofol em pó. Esperei-a por mais de meia hora. Quando finalmente saiu de casa, saiu acompanhada da irmã. Tomaram um ônibus e Niterói. Assim decidi voltar para casa e tentar amanhã. Fui até a cela das meninas, apanhei a mais nova e a levei para o estúdio. Precisava descontar a minha frustração em alguém. Coitadinha pagou o pato. Fui impiedoso com a menina. Sandrinha já tinha feito de seus olhos duas nascentes enquanto eu judiava daquela vulva rosadinha e acabou por transformá-los em dois rios quando virei-a de bruços e, deitando-lhe sobre, penetrei-a no outro orifício. Naquele rio de lágrimas, implorou diversas vezes para parar, que estava machucando e doendo muito. Imagine se eu lhe daria ouvidos. Fui até o fim, até enchê-lo com meu fluxo. Mas seus gritos e suas lágrimas não foram inúteis. Apressaram o meu gozo. Talvez se ela tivesse ficado impassiva, eu tivesse levado mais tempo para deixar-lhe o meu néctar. E quando minutos mais tarde, eu a levei de volta à cela, o rosto continuava banhado de lágrimas. Atirei-a sobre uma das camas e disse para Marcela: cuida da sua amiguinha que o cuzinho dela tá um pouco arregaçado. Olhando com os olhos queimando de ódio, deixou escapar: Seu monstro! Aproximei-me dela, dei-lhe uma forte bofetada, o que a fez cair para trás, e falei: Sua vadia! Deixei ali as duas e subi satisfeito.

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Roberta está lá embaixo. Deu tudo certo dessa vez. Mas ela meu custou mais uma ida ao Rio de Janeiro e uns bons cruzeiros. Por questão de segurança, joguei fora ontem os papelotes de cocaína. Não poderia andar com aquilo para lá e para cá. Ainda mais que eu estava sozinho. Não teria como dizer que a droga não era minha, caso fosse abordado. Talvez o salvo conduto não resolvesse nesse caso. Comprei mais dois no mesmo lugar e fiz o mesmo procedimento. Ela apareceu sozinha dessa vez. Segui-a por alguns metros. Vi que ia ao encontro de seus amigos viciados. Abordei-a. Disse-lhe que estava a procura do filho, pois a mãe sofrera um acidente. Disse-lhe que ele era usuário de drogas e que costumava encontrar um grupo de amigos por ali. Perguntei-lhe se ela o conhecia. Ele disse que sim. Então perguntei se ela não poderia me levar até ele. Ao perguntá-la mostrei-lhe uma note de 50 cruzeiros. Não pensou duas vezes e entrou no carro. Perguntei-lhe se também era usuária? Meu sem jeito, assentiu. Então abri o portaluvas e ofereci um papelote. Falei: Comprei uns para ele, para que venha comigo, Estou disposto a sustentar-lhe o vício se ele voltar para casa. Ela ficou na dúvida se devia aceitar ou não. Então disse-lhe: Pode abrir e cheirar, É cocaína pura, Da melhor qualidade. Bobinha. Como esses jovens são ingênuos! Quando aspirou o pó, começou a ficar tonta. Para que não acordasse na estrada, injetei-lhe uma dose de Diazepan. Assim ela só acordaria na cela. Aliás, ainda não acordou, mas não tardará a despertar. Não tive problemas em retornar a Juiz de Fora. Passei por uma barreira de controle, mas não me pararam.


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